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Universe Blast

Universe Blast

Sou do tempo...

Sou do tempo em que o claim “It’s a Sony” assinalava o melhor que podias encontrar em tecnologia, áudio e vídeo. Do tempo em que “Walkman” era sinónimo de áudio portátil. Do tempo em que a Sony era a empresa mais cool do universo e arredores. Mas os tempo passaram e outras marcas roubaram o estatuto que a Sony tinha.

Não sei se são reminiscências da adolescência, quando queria porque queria o Hi-Fi (sim, Hi-fi e não Wi-fi... Não me enganei, são coisas diferentes) e o walkman Sony, porque as outras marcas não prestavam, porque não eram Sony, porque só a Sony é que tinha as coisas mais giras, que, para mim, a Sony ainda é uma love brand e gosto sempre de conhecer as novidades. 

E fico sempre contente quando vejo novidades como estas que apresentaram à pouco tempo numa feira do sector:

 

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São os auscultadores "h.ear on" – coisa “mai” linda – com design simples e minimalista, mas super elegantes de cheios de estilo. Com cores vibrantes - azul esverdeado, vermelho vivo, preto carvão, amarelo lima e rosa Bordeaux – estou quase a contar os dias para os ver nas nossas lojas...

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O que vale é que Outubro já está quase a chegar!

Love your curls...

Passei anos numa relação amor-ódio com os meus caracóis. Alguns dias adorava os meus caracóis cheio de personalidade e outros odiava. Tentava alisar o cabelo, mas qualquer gota de humidade fazia com que as horas perdidas a esticá-lo se tornassem inúteis em segundos. E se há coisa que me irrita é ouvir questões como: "nunca pensaste em esticá-lo?" ou no lado oposto da barricada: "que fixe! É como se tivesses uma permanente natural!" 

Sem esquecer que nos filmes e séries, os cabelos encaracolados aparecem sempre harmoniosamente encaracolados... Não há um fio fora do sitio... Além de que, nem todos os profissionais de cabeleireiro sabem como cortar cabelos encaracolados como deve ser, e por vezes fazem verdadeiros atentados capilares! Já tive experiências dessas...

Embora com uma relação mais ou menos conturbada com os meus caracóis defeituosos, comecei a aceitá-los melhor. Nada que a idade não ajude a perceber e aceitar. Por isso quando encontrei este vídeo, identifiquei-me. Sim, a minha relação acidentada começou na infância, quando embora os meus caracóis fossem elogiados, mas havia ali qualquer coisa que não caia muito bem. 

Neste vídeo, várias meninas entre os 5 e os 11 anos foram entrevistadas e afirmam não gostar dos seus cabelos. Os padrões estéticos dos adultos são dificeis de ultrapassar... E se os adultos tratarem bem dos seus caracóis pode ser que as coisas mudem nas gerações seguintes.

 

 

 

 

 

Uma rapariga precisa dos seus gadgets...

Estou a referir-me a smartphones e smartwatches! (O que é que vos passou pela cabeça?!)

E a Huawei tem agora uns bem interessantes. É verdade que entrei no mundo dos smartphones com os produtos da marca da maçã, e tenho um certo carinho pela marca. Mas não posso negar que rapidamente as outras marcas responderam e, actualmente, há propostas tão ou mais interessantes. É o caso da Huawei. 

O mais recente smartphone da Huawei, o Mate S dá vontade de não largar! E decido-me por qual? Cinza ou Champagne?

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Além do telefone descobri ainda um smartwatch com ar de relógio e não de braçadeira estranha saída de um filme de ficção científica da década de 60. O “relógio ineligente” da Huawei tem a dimensão tradicional dos relógios de pulso e o ecrã totalmente circular. Há uma gama de molduras em ouro, prata ou preto e uma variedade de diferentes faces de relógio para escolher, através de uma selecção de design entre o clássico, luxo, negócio, feminino, moderno ou uma estética simples. A questão coloca-se novamente: e escolho qual?

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 O que vale é que já não falta assim tanto tempo para o Natal e uma pessoa precisa de começar a fazer a lista de presentes...

No meu tempo não havia nada disto...

Vou insurgir-me pelo facto de na minha infância não existirem coisas como o LEGO Fun Factory!

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Sim, porque é que não havia? Os traumas que poderiam ter sido evitados na minha infância se houvesse um sítio, algures neste nosso Portugal onde pudesse passar horas a brincar com todos os “Legos” possíveis e imaginários, fazer escalada numa parede Lego, espaço de construções, jogar na consola os videojogos LEGO... Ah, espera! Não existiam consolas quando era criança. Já tinha uns 20 anos quando a primeira PlayStation apareceu... Bolas! (Não sabiam inventar o raio da consola 10 anos antes, não?!)

Brincadeiras à parte, vamos a assuntos sérios. O Dolce Vita Tejo tem agora um espaço, LEGO Fun Fractory onde as crianças até aos 12 anos pode brincar no mundo LEGO.

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A minha questão é: E quem tem mais de 12 anos onde é que pode brincar com LEGO? Hein? Para quando um "LEGO Grown up Fun Park"? Nós, os crescidos, também precisamos!

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Urb*Art no Funchal

Gosto muito de arte urbana. E não, não estou a falar de borrões manhosos nas paredes de edificios ou muros. Infelizmente acho que durante muito tempo a street art tem sofrido desse estigma e confundida com vandalismo. Mas arte urbana existe, sim, manifestações artísticas em espaço público, feita por artistas plásticos a sério e diferente de outras manifestações de carácter institucional ou empresarial.

Pode parecer cliché, mas gosto muito do trabalho de Vihls. Adorei a exposição que esteve patenteno Museu da Electricidade o ano passado. Internacionalmente Bansky,Shepard Fairey, Stinkfish, Liqen são nomes conhecidos.

Mas voltemos a Portugal. O Funchal entrou na rota da arte urbana. A primeira instalação é fruto da imaginação da artista madeirense Bárbara Gil Pereira e situa-se na frente marítima da cidade.

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A iniciativa foi (muito bem) promovida pelo município que vês na arte urbana uma forma de revitalizar e enriquecer os espaços públicos com novos pontos de atracção cultural e turística. Diversos espaços públicos no Funchal podem ser aproveitados para manifestações artísticas, desde muros, edifícios degradados ou esteticamente desenquadrados no conjunto ou na paisagem e que trabalhados podem ser visualmente mais atraentes. A segunda fase com a realização de mais instalações de arte urbana começa em Outubro.

A primeira instalação de arte urbana da artista Bárbara Gil, chama-se “Zapruder” e foi realizada no Auto Silo Almirante Reis, na Avenida do Mar, na frente marítima da cidade. O impacto visual desta instalação é enorme quer entre os transeuntes, quer nas embarcações marítimas, já que a pintura tem 117m2! O nome da instalação é uma homenagem à máquina Bell&Howell, usada por Abraham Zapruder quando filmou o assassinato de John F. Kennedy.

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É sempre bom (re)visitar a Madeira e agora há mais um motivo para incluir os Funchal numa escapadinha de fim-de-semana.

Na Dona Tília não há só chá

Dona Tília-Casa de Chá já tem mais de um ano, mas ainda não conhecia este espaço em Lisboa. Situada próximo à Praça de Espanha (junto ao IPO mais precisamente), a casa da Dona Tília é uma casa de chá/restaurante acolhedora, de decoração vintage, e não se deixem enganar pelo nome, não é só casa de chá. Também há almoços e jantares.

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Fui desafiada para lá ir jantar e... por onde começar. Só de me lembrar até fico com água da boca. Antes de ir à comida, tenho que referir que o ambiente é muito agradável e afável. Quase parece que estamos em casa. Aliás, o Nuno e o Bruno, quando chegamos ao restaurante, fazem questão de nos receber como se estivéssemos numa casa de amigos de longa data. O restaurante está divido em três áreas. Uma primeira sala com entrada directa da rua, o espaço com a decoração mais ao estilo café, digamos. Avançamos pela casa da D. Tilia e temos uma segunda sala mais reservada, com harmoniosas andorinhas na parede e um sofá que apetece ficar horas sentada na conversa. O pátio também foi aproveitado para espaço de restauração e para quem fuma, o local ideal para ficar (ou fazer umas incursões durante a estadia). 

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 Ficamos pela sala das andorinhas onde na companhia de um maravilhoso “Papa Figos” começámos as hostilidades...

Ai ai ai... O Nuno e o Bruno decidiram apresentar-nos um mini-menu de degustação. Nas entradas Tiborna de Bacalhau estava deliciosa. Foi a primeira vez que provei esta iguaria e fiquei fã. Os Ovos Mexidos com Cogumelos também não ficaram atrás.

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Bom, mas ainda tínhamos mais umas coisinhas para experimentar: o Hambúrguer ao estilo da Dona Tília... Nham e mais um mundo de onomatopeias que consigam traduzir aquele hambúrguer!

Entre as sobremesas, o cheesecake olhou-me ternamente, mas optei pelo Bolo Folhado com Doce de Ovos (de comer e chorar por mais) e uma colherada no Pudim de Ovos (acho que ainda não disse comer e chorar por mais, pois não?) ... Espero que o Cheesecake não tenha ficado chateado comigo, pois para a próxima quer dar-lhe uma trinca.

 

É garantido o regresso à Dona Tília mas da próxima para um chá de outono com direito a scones e bolos de lanche...

"A Fábrica" vai fechar

Não sei se já deu para reparar, mas gosto bastante do género de comédia de improviso...

"A Fábrica" é um espectáculo dos Improváveis, onde tudo é improvisado. Não há guião ou personagens definidos. A história acontece em tempo real pelas dicas recebidas do plateia. E por isso cada espectáculo é único e impossível de repetir. Marta Borges, Pedro Borges e Telmo Ramalho são os actores que dão vida a estas apresentações.

Mas se os queremos ver em acção, então temos que nos despachar pois “A Fábrica” está na última temporada, em Outubro e Novembro. Ficam aqui algumas imagens para aguçar o apetite.

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