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Universe Blast

Universe Blast

‘cause sometimes we don't need...

.... someone to help us get up on our feet, but someone to lie down on our side.

 

O facebook tem destas coisas. Há dias em que algum conhecido vai ver o teu perfil e redescobre um post, uma fotografia que te fazem recordar algo. Hoje, a recordação foi um post que fiz no Ano da Graça de 2012 e alguém comentou...

 

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Nesse dia, desse ano, a frase que coloquei no meu mural do facebook fazia-me todo o sentido. Creio que era de um dos monólogos finais da série “Anatomia de Grey” (na altura ainda via a série). A imagem que decidi usar, para acompanhar o estado de espírito que me caracterizava na altura, era das personagens Meredith e Izzie deitadas no chão da casa de banho do hospital Seattle Grace. E claro tinha a banda sonora adequada: “Chasing cars” dos Snow Patrol.

 

A frase era: “Because sometimes we don’t need someone to help us get up on our feet, but someone to lie down on our side.

 

Hoje, no Ano da Graça de 2016, não podia estar mais longe desse dia. Não, não estou a falar dos 4 anos que separam as datas, mas sim do estado de alma. Há quatro anos, o sentimento de vazio, de solidão, de falta de rumo e perspectivas, de incompletude, deixava-me de rastos. Quase todos os dias. E depois veio a perda, a perda de alguém (ou “alguéns”) que parecia preencher algum desse vazio. Primeiro a perda real, de carne e osso, o fim do sentimento... Depois a perda de algo que parecia que iria ter vida, mas não aconteceu.

 

Sim, nesse dia “cai no chão”. Por muito que algumas vozes me dissessem que o tempo cura tudo e devia ter força e seguir em frente, o que queria nesse dia, nos dias que se seguiram, era alguém que me aceitasse como eu estava: no fundo do poço, sem fazer perguntas, sem recriminações, sem conselhos, sem palavras ocas que pretendem dar conforto.

 

... “someone to lie down on our side”

 

Nem sempre a melhor forma de ajudar é obrigar alguém a sair do buraco à força. Há momentos, há lutos, há pausas que têm de ser feitas. Não sair é mau, mas sair antes do tempo próprio de cada um é igualmente nefasto.

 

Sim, hoje já vão mais de quatro anos desde esse dia em que ruí no chão, mas ao meu lado algumas pessoas “deitaram-se” comigo. As “minhas” pessoas, aquelas que fazem parte de mim, aquelas que sabem o que sinto sem ter que dizer uma palavra. Sem uma palavra, apenas ficaram ao meu lado... E ajudaram a levantar-me quando senti que esse momento tinha chegado.

 

Hoje, estou longe desse dia, e rever aquele post, aquela imagem, permitiu-me ver o que mudei desde essa altura, quem eu sou agora, em paz com o que vivi e senti. Tranquila com o que vivo e sinto.

 

(P.S.: Ah, mas continua a adorar a música dos Snow Patrol, embora lhe tenha retirado muita da carga que lhe dei. E continuo a acreditar que por muito que queiramos ajudar alguém, temos que respeitar que aquele ainda não é o momento certo para ajudar a levantar)

Nova colecção Nike celebra a herança negra na história

Desde a que foi criada em 2005, a colecção anual Nike Black History Month, já evolui muito desde os primogénitos “Nike Air Force 1”. A coleção de edição limitada de 2016 terá vários lançamentos entre Janeiro e Fevereiro, e presta homenagem a vários atletas negros em todo o mundo.

 

A colecção tem 28 produtos que abrangem modalidades como o ténis, basquetebol, futebol, atletismo, Nike iD e ainda a marca Jordan. A palete inspirada em cores vívidas pan-africanas e os motivos geométricos personalizados, reflectem a sensibilidade global da colecção.

 

Descubram as novidades:

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A coleção Black History também tem uma vertente solidária, pois apoia o Nike’s Ever Higher Fund, um fundo criado para oferecer orientação, desporto e todos os seus benefícios aos jovens afro-americanos.