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Universe Blast

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As Bodas de Figaro amanhã no CCB

Casamentos adiados, atrações enganosas, encontros e desencontros amorosos. As Bodas de Fígaro de Mozart é uma ópera cheia de peripécias e mal-entendidos e com um toque de humor. É possível ver este domingo, 24 de janeiro, 16h00, Pequeno Auditório do CCB.

 

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De forma muito resumida a história é a seguinte Fígaro e Susana preparam-se para casar, mas o Conde de Almaviva, para quem ambos trabalham, pretende exercer o seu «direito de senhor» – o privilégio de tomar o lugar do noivo na noite de núpcias dos seus criados! Entretanto, o sinistro Dr. Bartolo odeia Fígaro. A sua governanta, Marcelina, deseja casar-se com este último. E como se não bastasse, o pajem Cherubino, um adolescente namoradeiro, está apaixonado pela condessa, mas é assediado por Barbarina, a filha do jardineiro. As peripécias e os mal-entendidos sucedem-se até ao final (... feliz, claro está!).

O que fazer este fim-de-semana?

Este sábado, que tal experimentar algo diferente e assistir ao workshop “Origami Arquitectónico – figuras geométricas”. É um workshop dedicado ao trabalho do mestre japonês Masahiro Chatani e à criação de estruturas com base em figuras geométricas, aplicadas a cartões com abertura a 180º.

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A oficina decorre no Museu do Oriente e tem como objectivo é que os participantes aprendam a cortar o papel num determinado padrão de ripas ou secções que são dobradas para, mais tarde, serem levantadas numa espécie de pop-up que faz a passagem à terceira dimensão. Entre outros, serão dobrados modelos como a ‘casa de chá’ e a ‘casa de neve’, de Masahiro Chatani.

 

Origami Arquitéctonico II – Figuras Geométricas

Sábado | 23 de Janeiro

Com Constança Arouca

Horário: 14.30-16.30

Preço: € 20,00

Participantes: Mín. 7, Máx. 12

Descobrir a história de Turandot no Museu do Oriente

É já amanhã, 22 de Janeiro que a  ópera Turandot, a última de Giacomo Puccini (1858-1924), dá o mote a uma visita orientada ao Museu do Oriente.

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Esta ópera composta por três actos, conta a história da princesa chinesa Turandot, filha do Imperador Altum, que odeia todos os homens e jura que jamais se entregará a um, devido a um terrível acontecimento ocorrido na família imperial e que a traumatizou para sempre. O seu pai, porém, exige que ela se case por razões dinásticas e por respeito à tradição. A princesa concorda, com a condição de propor três enigmas a todos os pretendentes, que pagarão com a vida caso não acertem nas respostas. A crueldade e a frieza da princesa não fazem mais do que atiçar a paixão do Príncipe Desconhecido que decide arriscar a própria vida para conseguir a mão da orgulhosa princesa.

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Esta é uma forma diferente de descobrir e compreender esta obra lírica. Depois de uma viagem ao Japão e à Índia através das óperas Madama Butterfly, de Giacomo Puccini, e de Lakmé, de Leo Delibes, “O Oriente de que as óperas falam” convida a conhecer mais uma história de amor do canto lírico passada na Ásia, imaginada por libretistas e compositores do Ocidente.

‘cause sometimes we don't need...

.... someone to help us get up on our feet, but someone to lie down on our side.

 

O facebook tem destas coisas. Há dias em que algum conhecido vai ver o teu perfil e redescobre um post, uma fotografia que te fazem recordar algo. Hoje, a recordação foi um post que fiz no Ano da Graça de 2012 e alguém comentou...

 

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Nesse dia, desse ano, a frase que coloquei no meu mural do facebook fazia-me todo o sentido. Creio que era de um dos monólogos finais da série “Anatomia de Grey” (na altura ainda via a série). A imagem que decidi usar, para acompanhar o estado de espírito que me caracterizava na altura, era das personagens Meredith e Izzie deitadas no chão da casa de banho do hospital Seattle Grace. E claro tinha a banda sonora adequada: “Chasing cars” dos Snow Patrol.

 

A frase era: “Because sometimes we don’t need someone to help us get up on our feet, but someone to lie down on our side.

 

Hoje, no Ano da Graça de 2016, não podia estar mais longe desse dia. Não, não estou a falar dos 4 anos que separam as datas, mas sim do estado de alma. Há quatro anos, o sentimento de vazio, de solidão, de falta de rumo e perspectivas, de incompletude, deixava-me de rastos. Quase todos os dias. E depois veio a perda, a perda de alguém (ou “alguéns”) que parecia preencher algum desse vazio. Primeiro a perda real, de carne e osso, o fim do sentimento... Depois a perda de algo que parecia que iria ter vida, mas não aconteceu.

 

Sim, nesse dia “cai no chão”. Por muito que algumas vozes me dissessem que o tempo cura tudo e devia ter força e seguir em frente, o que queria nesse dia, nos dias que se seguiram, era alguém que me aceitasse como eu estava: no fundo do poço, sem fazer perguntas, sem recriminações, sem conselhos, sem palavras ocas que pretendem dar conforto.

 

... “someone to lie down on our side”

 

Nem sempre a melhor forma de ajudar é obrigar alguém a sair do buraco à força. Há momentos, há lutos, há pausas que têm de ser feitas. Não sair é mau, mas sair antes do tempo próprio de cada um é igualmente nefasto.

 

Sim, hoje já vão mais de quatro anos desde esse dia em que ruí no chão, mas ao meu lado algumas pessoas “deitaram-se” comigo. As “minhas” pessoas, aquelas que fazem parte de mim, aquelas que sabem o que sinto sem ter que dizer uma palavra. Sem uma palavra, apenas ficaram ao meu lado... E ajudaram a levantar-me quando senti que esse momento tinha chegado.

 

Hoje, estou longe desse dia, e rever aquele post, aquela imagem, permitiu-me ver o que mudei desde essa altura, quem eu sou agora, em paz com o que vivi e senti. Tranquila com o que vivo e sinto.

 

(P.S.: Ah, mas continua a adorar a música dos Snow Patrol, embora lhe tenha retirado muita da carga que lhe dei. E continuo a acreditar que por muito que queiramos ajudar alguém, temos que respeitar que aquele ainda não é o momento certo para ajudar a levantar)

Nova colecção Nike celebra a herança negra na história

Desde a que foi criada em 2005, a colecção anual Nike Black History Month, já evolui muito desde os primogénitos “Nike Air Force 1”. A coleção de edição limitada de 2016 terá vários lançamentos entre Janeiro e Fevereiro, e presta homenagem a vários atletas negros em todo o mundo.

 

A colecção tem 28 produtos que abrangem modalidades como o ténis, basquetebol, futebol, atletismo, Nike iD e ainda a marca Jordan. A palete inspirada em cores vívidas pan-africanas e os motivos geométricos personalizados, reflectem a sensibilidade global da colecção.

 

Descubram as novidades:

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A coleção Black History também tem uma vertente solidária, pois apoia o Nike’s Ever Higher Fund, um fundo criado para oferecer orientação, desporto e todos os seus benefícios aos jovens afro-americanos.

 

O Ano Novo Chinês está quase a chegar

Um novo ano significa uma nova resolução. E se as resoluções do início de 2016 já estão um pouco esquecidas, temos agora uma nova oportunidade. O Ano Novo Chinês está quase aí à porta. Em 2016, o Ano Novo Chinês será comemorado a 9 de fevereiro e é o ano do Macaco, o animal mais auspicioso conforme o zodíaco chinês.

 

Mas nada melhor para comemorar em grande esta data do que estrear as novas Josefinas Mulher Dragão. Este par de sabrinas vermelhas feitas à mão, tem detalhes bordados: num dos pés, bordados dourados; no outro, um dragão. Esta é uma edição especial é dedicada a todas as mulheres que lutam todos os dias pelos seus sonhos, que não desistem, que não se resignam, e o cariz oriental torna-as num fantástico acessório para complementar um look festivo.

 

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As sabrinas Mulher Dragão vem numa caixa de veludo vermelha feita à mão, e pode ser encontrada exclusivamente na loja online das Josefinas por 279€.

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Toca a mexer!

Antes que perguntem, respondo já: não, não sou uma “freak” do ginásios e exercício físico. Acredito que o exercício físico e a alimentação equilibrada são essenciais para me manter saudável. Mais do que querer emagrecer ou achar que vou ficar com corpo de top model, o exercício é importante para mim para me sentir bem comigo mesma. Contudo, como qualquer mortal, tento sempre combater a preguiça que por vezes tenho em ir ao ginásio, e a verdade é que quando saio de lá sinto-me sempre melhor e mais tranquila do que nos dias em que não vou... (E depois irrito-me imenso comigo mesma por não ser mais assídua).

 

E não, o Virgin Active não é o meu ginásio, mas não é por isso que não tenha achado imensa piada a esta iniciativa. Estamos uma altura em que toda a gente faz posts nas redes sociais sobre o que faz, o que não faz e/ou gostaria de fazer, que tal termos uns emojis de treino?

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Isso, aqueles bonequinhos que pomos nas mensagens que trocamos ou nos comentários que pomos nas fotos do Instragram ou Facebook em versão “fitness”. O “Virgin Active Emojivation Pack” está disponível gratuitamente em iOS e Android. Estas “criaturinhas” amarelas ajudam-nos a ilustrar a nossa vida ativa através de Tweets, Instagrams ou posts no Facebook, e agora também nos podem ajudar a expressar a nossa motivação quando treinamos.

 

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Bom, se calhar os emojis que eu poderia usar mais seriam o fan de yoga na pose de uma árvore, ou então a relaxar no Jacuzzi do ginásio (depois de um treino árduo, claro)... 

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Os utilizadores de iPhone e sistemas Android podem já fazer o download da aplicação “Virgin Active Emojivation Pack”, disponível na App Store e na Google Play Store.